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Conflitos na África do Sul

  • Nome: República da África do Sul
  • Área: 1.223.410 km 2
  • População: 41,97 milhões de habitantes (negros, 76,3%; brancos, 12,6%; mestiços, 8,5%)
  • Capital: Pretória (administrava)
    Cidade do Cabo (legislativa)
    Bloemfontein (judiciária) g>
  • Posição do IDH: 89º
  • Direitos humanos: A Anistia Internacional denuncia abuso de autoridade policial


O que era o Apartheid?
Regime político baseado na discriminação racial que previa a separação de brancos e negros. A legislação que impedia negros de possuir os mesmos direitos da elite branca dominante foi aprovada em 1948.

O que são bantustões?
Estados criados para abrigar a mão-de-obra negra, indispensável ao país, e, ao mesmo tempo, retirá-la dos centros habitados por brancos e privar os negros da cidadania sul-africana

Como era: Os negros moradores dos bantustões não tinham cidadania, não votavam e precisavam de “passaportes” para transitar dentro do país. Eram fortemente reprimidos pela polícia. Em 1993, o índice de desemprego entre a população negra era de 24,7%. Cerca de 30 % dos negros viviam da economia informal da economia informal ou de agricultura de subsistência. O sistema de segregação acentuou o desequilíbrio na distribuição de renda. Em 1994, os 10% mais ricos (na minoria branca) ganhavam 51% de toda a renda do país, segundo o Banco Mundial. Os 40% mais pobres (quase todos negros) ficavam com apenas 4% da renda.

Como é: Os negros adquiriram cidadania em 1994 e participaram da primeira eleição multirracial da África do Sul, quando foi eleito o presidente Nelson Mandela. Votam agora pela segunda vez. O desemprego, que afeta cerca de 40& da população economicamente ativa (principalmente os negros), é hoje um dos mais graves problemas do país. A má distribuição de renda continua grande. Entre os sul-africanos que vivem abaixo da linha de pobreza, 95% são negros, 4% são índios ou mestiços e apenas 1% são brancos.


Pós-apartheid: Em 1998, o número de assassinatos subiu 1,2% em relação a 97, segundo a polícia. Um total de 24.875 pessoas morreram (58,5 por 100 mil habitantes). Nos EUA, a taxa é de 7 por 100 mil.
Segundo o Partido Democrático (PD, oposição), 128.477 sul-africanos foram assassinados desde a chegada do CNA ao poder, em 1994.
A cada 11 minutos, uma mulher é estuprada no país, afirma o PD.
Em 1997, houve 24.588 assassinatos, 52.160 estupros e 249.375 assaltos a residências.

Aids:
A África do Sul é um dos países onde a Aids vem se espalhando com maior velocidade. No final de 98, estima-se que 3,6 milhões tinham o vírus HIV (1 em cada 8 sul-africanos adultos). Em 97, este número era de 2,7 milhões. No Brasil, cuja população tem cerca de quatro vezes o tamanho da sul-africana, havia cerca de 550 mil casos da doença no final do ano passado.

Desemprego:
É um dos combustíveis da violência no país. A taxa de desemprego é de cerca de 40% da população economicamente ativa.
Levantamento recente mostra que cerca de 500 mil empregos deixaram de ser oferecidos pelo setor privado nos últimos cinco anos.


  • Eleições:
  1. Congresso Nacional Africano (CNA) - 65%
    Congresso Nacional Africano (CNA) - 65%
    Partido do presidente Nelson Mandela, antes de legalizado foi a prin-cipal força de oposição ao regime de segregação racial. Deve obter maio-ria no Parlamento e eleger presidente Thabo Mbeki.
  2. Partido Democrático (PD) - 7%
    Surgido de uma dissi-dência do Partido Na-cional, como uma alter-nativa mais amena ao partido pró-apartheid, o grupo político pode suplantar o NPN como principal força de oposi-ção no governo de Mbeki.
  3. Novo Partido Nacional (NPN) - 6%
    O antigo Partido Na-cional, protagonista do apartheid, mudou de nome e hoje se define como um partido "mul-tirracial". Entre suas propostas estão a defesa dos direitos da minoria branca, a des-centralização adminis-trativa e o combate à criminalidade.
  4. Partido da Liberdade Inkhata (PLI) - 4%
    Representa o grupo zu-lu, historicamente opos-to ao CNA de Mandela. Tem concentrado sua campanha no combate à corrupção e à criminalidade.

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Bruno Gallas
Felipe Brunholi
Gustavo Sozzi
Marcela Fassina
Roberto Mellão
Tauan Mendonça