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Fome na África

O continente africano, conhecido por ser de longe o mais pobre do mundo, devido a uma série de fatores que se interelacionam, vive na total miséria, e conseqüentemente, em estado total de alerta com relação às necessidades alimentares da população. Estima-se que aproximadamente 40 milhões de africanos sofram de séria insuficiência alimentar.

Os países desenvolvidos têm se mostrados relativamente prestativos em relação à ajuda financeira para o combate à fome. Ajuda essa que deveria ser mais do que obrigatória, já que boa parte da atual situação no continente se deve à exploração e colonialização indevidas desde o século XVI, culminando com a partilha africana e o neocolonialismo.

A atual falta de alimentos provém também da corrupção política dos governos dos países africanos e de fortes períodos de secas, devido à desertificação que assombra áreas que foram desmatadas.Um exemplo disso é a Floresta do Congo, região considerada uma extensão da floresta amazônica, vinda da época em que os dois continentes formavam um só. A Floresta do Congo é agora uma área com altos riscos de desertificação, atingidos através de intenso desmatamento na região.

O problema é muito mais complexo do que parece, e vários interesses o rondam, até mesmo a questão dos alimentos geneticamente modificados, os trangênicos. A plantação dos mesmos na África é defendida por muitos, pois a obrigação de ajudá-la faria com que muitos países comprassem alimentos trangênicos produzidos em território africano, aumentando a sua comercialização mundial

Tantos interesses servem como empecilho para que se concretizem importantes projetos de ajuda, e o futuro incerto deste continente que se encontra a anos-luz do desenvolvimento na maior parte do mundo parece ainda mais incerto e alarmante.

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Bruno Gallas
Felipe Brunholi
Gustavo Sozzi
Marcela Fassina
Roberto Mellão
Tauan Mendonça